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Tradução: Taylor Swift estampa a capa da Cosmopolitan de fevereiro na Austrália

Traduzimos a entrevista completa da Taylor Swift para a revista Cosmopolitan do mês de fevereiro na Austrália. A cantora abriu o jogo sobre sua vida, Confira:

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“Rapida e certa”
Ninguém consegue parar a Taylor Swift. Depois de mais uma turnê lotada pela Australia, é seguro afirmar que os fãs dela, conhecidos como Os Swifties, tem uns milhares de novos membros. A Cosmo analisou porque que 10 anos após a estreia da Taylor no mundo da música, a cantora de 25 anos é indiscutivelmente a mulher mais influenciável da música atualmente.

No palco da Taylor, tudo que brilha parece ser ouro.
A atmosfera do estádio ANZ Stadium é eletrizante quando as luzes se apagam e 76.000 pessoas enlouquecem juntas. Uma compilação de videos dos prédios de Nova Iorque começa a tocar. Então a Taylor anuncia sua chegada – “Olá Sydney!” – antes de começar a apresentar Welcome to New York.
Os setes prêmios do Grammy, ganhar a coroa de Mulher do Ano do Billboard duas vezes ou o fato dela ser a única artista da história a ter três álbuns venderem mais de um milhão de cópias na primeira semana de lançamento – Speak Now, de 2010, Red, de 2012, e 1989, de 2014 – são irrelevantes pois durante as próximas duas horas ela lembra ao mundo dentro (e do lado de fora) do estádio porque continua no topo.
Para os haters, pensem nisso como uma grande queda do microfone.
“Você consegue ser acidentalmente bem sucedido por três ou quatro anos,” ela diz. “Acidentes acontecem. Mas carreiras demandam trabalho duro.” Amém, irmã!
Em uma era na qual a maioria dos artistas do pop estão fazendo dinheiro tirando a roupa, a Taylor acumulou uma fortuna estimada em cerca de 200 milhões de dólares por simplesmente apresentar seu talento. Ela se tornou alguém que não teme correr riscos. Por exemplo: o 1989 foi seu primeiro álbum totalmente pop depois de construir um império no mundo do country. Abandonar suas raízes poderia ter dado errado, mas resultou em seu lançamento mais bem sucedido. Ouviu isso? Esse é o suspiro coletivo aliviado de sua gravadora, que estavam convencidos de que 1989 seria um risco que não valeria a pena.
“Todos estavam com muito medo por eu mudar minha fórmula,” ela diz por trocar de gênero. “O jeito que as pessoas da minha gravadora enxergavam isso era, “Por que você esta mexendo com isso? É o nosso trabalho mexer com isso.” Mas nos estamos muito felizes que ela mexeu.
Atrás de toda a música, ela conquistou acordos lucrativos com marcas famosas como a Covergirl e Diet Coke, e também lançou uma fragrância obrigatória de celebridade – mas nos não estamos experimentando encher de propagandas. Mesmo com os shows, ela vende todas as apresentações com aparições de famosos. Desde a melhor amiga Karlie Kloss ao Matt LeBlanc da série Friends, são seus convidados que fazem o show ser notícia no dia seguinte, ao invés do que ela estava vestindo no palco.
Ela é bem esperta, manipulando a indústria para trabalhar para ela, em contrapartida com o contrário. O amor dela pela sua carreira é fundamental para abraçarmos o que ela nos apresenta, mas também é o que motiva ela: “Entusiasmo me mantém motivada a continuar.”
Assegurem-se que há uma chama em sua barriga. Ela, como todos sabem, escreveu à Apple em junho do ano passado a respeito dos três meses gratuitos de teste nos quais os artistas não receberiam lucro, “Nos não pedimos por iPhones de graça. Por favor não nos peça para providenciar nossa música sem compensação.” Ela escreveu isso às 4 horas da manhã. No dia seguinte, a maior companhia de tecnologia do mundo mudou sua política. Se você alguma vez precisou de confirmação de sua influência, aí está.
“Não importa o que as pessoas tentam fazer contra ela, a sua posição, seu poder e sua carreira sobressaem isso,” disse a amiga Selena Gomez. “É quase como se não se deve mexer com a Taylor.”
Ela não esta apenas conquistando poder com as poderosas empresas – ela também retomou controle de sua imagem pelo paparazzi no início desse ano quando ela venceu a batalha pelas fotos. Por que? Basicamente tudo se resume ao fato de que nunca havíamos visto o umbigo dela quando ela vestia crop-tops, então as primeiras imagens disso valiam muito. Então quando, enquanto ela estava em um barco com as amigas da banda HAIM, ela avistou uns paparazzis, ela postou a própria foto no Instagram, imediatamente diminuindo o valor que essas fotos teriam ao serem vendidas.
“Basicamente, nos avistamos um barco de pescador há cerca de meio metro de distância,” ela explicou. “Os seguranças usaram binóculos e viram que eles tinham câmeras profissionais. Então nos voltamos à praia e nos demos conta que, ‘Tá legal, eles tiraram fotos nossas em nossos biquinis. Não quero que eles ganhem $100.000 por nos stalkear’. Então nos ficamos tipo, ‘Faz pose no barco. Nos tiraremos melhores fotos em nossos biquinis para eles não lucrarem tanto com essas fotos que tiraram.’”

Longe de ser uma atitude mesquinha, ela tem noção que sua imagem pública está sujeita a maldade. E ela está de boa com isso.
“Qualquer coisa do lado de fora da minha casa não parece normal,” ela confirma. “É apenas um fato que quando estou fora do meu apartamento, as pessoas estão me vigiando e essa é a vida que escolhi. Às vezes é bem sufocante e opressivo, mas na maior parte do tempo, eu consigo superar isso com um exercício mental de me perguntar “Quantos anos você não sonhou em ter isso?”
Se você tem prestado atenção, o público tem focado menos em sua vida amorosa e mais nas suas amizades poderosas (mesmo que estejamos completamente obcecados pelo relacionamento dela com o Calvin Harris). Feito de jovens modelos (Karlie Kloss, Gigi Hadid, Cara Delevingne), algumas das atrizes e autoras mais bem sucedidas (Lena Dunham, Mariska Hargitay) e artistas (Selena Gomez e Lorde), o grupo dela é uma chamada de quem está no topo no radar da cultura pop.
“Eu honestamente acredito que minha falta de amizades femininas na escola justifica porque elas são tão importantes para mim agora,” ela diz. “Nossos amigos realmente apoiam uns aos outros quando precisam. É a primeira vez na minha vida que eu tenho algo tão forte assim no campo de amizade. Você precisa se cercar de pessoas que desafiam e motivam você. É isso que meus amigos fazem por mim e estou muito feliz por ter tantos bons atualmente.”
A Taylor tem falado no passado sobre sofrer bullying, mas em sua música Shake It Off ela canta sobre ser impossível agradar a todos. Isso é algo que ela se sente mais confortável na medida em que amadurece?
“Ao longo dos últimos dois anos eu tenho me fascinado por descobrir quem eu sou e o que eu quero,” ela diz. “Eu não acho que alguém consiga chegar ao ponto de não se importar totalmente com o que pensam a seu respeito, mas aprendi a ignorar a opinião dos que não são importantes para mim.”
A Selena Gomez provavelmente está na melhor posição para comentar: “Ela está constantemente se superando, mas ela mantém quem é no final das contas.”
É seguro afirmar que a Taylor pode ser a artista mais verdadeira que há. Nos? Fãs? Ela tem um jeito de fazer com que os fãs se sentem à vontade em sua própria pele, durante uma fase em que a maioria está descobrindo quem são ao lado dela.
“Eu tenho ficado confortável comigo mesma, deixado as pessoas saberem que sou estranha às vezes e que não sou tão descolada,” ela diz. “Quanto mais você é você mesmo, e lidera o exemplo, mais os fãs aceitam o fato de não serem o que não são – porque eu também não sou.”
Não importa se os haters continuarão a odiar (odiar, odiar, odiar), a Taylor Swift nunca sairá da moda.

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Source: Swift World

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Tradução: Taylor Swift estampa a capa da Cosmopolitan de fevereiro na Austrália

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